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O ministro da Educação, Aloísio Mercadante, confirmou que dia 07 de março vai estar em Natal. Ele aceitou convite da governadora Rosalba Ciarlini para participar da entrega de ônibus escolares aos municípios. O governo do Estado adquiriu 100 ônibus com recursos próprios e conseguiu 50 com o Ministério da Educação para o transporte escolar. “Até julho, o Ministério estará nos dando mais 100 ônibus para os municípios”, anunciou entusiasmada a governadora Rosalba Ciarlini, considerando que depois da distribuição desses 250 ônibus, o sistema de transporte escolar atenderá às necessidades dos municípios.
Simultaneamente ao transporte escolar, o MEC vai investir na construção de escolas profissionalizantes e reformas de outras 54 do ensino regular. Outro estimulo que será dado, conforme garantia do ministro Mercadante, são prêmios para o programa de combate à evasão escolar. O ministro elogiou a busca ativa que está sendo feita pelo governo do Estado, através dos agentes de endemias, para a identificação dos alunos que deixaram de freqüentar as aulas.
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Deu na revista Veja que no ano eleitoral de 2010, o governo federal abriu as torneiras e gastou para investir em projetos - muitos deles, inclusive, que ajudaram a eleger a sucessora de Lula, Dilma Rousseff. A petista sabia que, em 2011, teria que pagar essa conta e cortar gastos. No entanto, a maneira como isso foi posto em prática explicita os vícios da nossa economia. Levantamento feito pela ONG Contas Abertas revela que, na comparação com o ano passado, o governo e as empresas estatais deixaram de investir R$ 15 bilhões nos primeiros onze meses deste ano.
E no mesmo período, as despesas com a inchada máquina governamental cresceram 83 bilhões de reais. Uma das consequências mais evidentes do freio nos investimentos foi a queda na taxa de crescimento do PIB, que foi nula no terceiro trimestre. Em um ano de conjuntura política e econômica desfavorável, com o acirramento da crise internacional, o governo ficou refém de seus problemas estruturais. Embora tenha feito ações necessárias para enxugar gastos, teve que fazer cortes justamente nos investimentos - o tipo de dinheiro que pode induzir crescimento. CLIQUE AQUI e acompanhe mais detalhes.
Deu em Josias de Souza, na Folha de São Paulo que está pronto o esboço da reforma ministerial que Dilma Rousseff planeja fazer no início de 2012. Prevê, no máximo, mais dez expurgos, entre ministros e secretários com status ministerial. Considerando-se as seis trocas já realizadas, as mudanças podem afetar até 42% das 38 nomeações feitas por Dilma ao tomar posse, em 1o de janeiro de 2011. Abaixo, os detalhes da dança de cadeiras projetada pela presidente:
Os Ministérios do Trabalho e Emprego; Cultura; Cidades; Desenvolvimento Agrário; Educação; Integração Nacional; Pesca; Portos; Micro e Pequenas Empresas; Além de fusão de secretarias. CLIQUE AQUI e acompanhe os detalhes de cada mudança.