Dnocs

Rio Grande do Norte

Depois de Fernando Bezerra, agora é a vez do engenheiro Fernando Macedo ser cotado para o DNOCS

Antes de tudo, o fato só poderá ser consumado caso o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves consiga emplacar o substituto do ex-deputado Elias Fernandes no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS).
 
O nome do ex-senador Fernando Bezerra, engenheiro por formação e que também chegou ao Ministério da Integração Nacional em 2001, chegou a ser ventilado. Bezerra é filiado ao PMDB. Agora surge outro engenheiro peemedebista para o cargo: Fernando Macedo, o Coró. 
Tags: Dnocs
Brasília

Queimação de Henrique junto ao Palácio do Planalto continua em alta na imprensa nacional

A coluna Painel, da Folha de São Paulo repercute nesta terça-feira (31) a queimação do líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, depois do episódio do DNOCS. Eis nota na íntegra:
 
Não para
 
Foco de tensão na base de Dilma Rousseff e objeto de denúncias de fraudes em licitações, o Dnocs passará por nova mudança em sua direção. Depois da demissão do diretor-geral, Elias Fernandes, também o diretor de produção, Rennys Frota, perderá o cargo. Da cota do PSB cearense, Frota deve ser substituído por Cláudio Nelson, avalizado pelo governador Cid Gomes.
 
A crise no comando da autarquia está longe de um desfecho: embora o líder do PMDB, Henrique Alves (RN), reivindique indicar o diretor-geral, Ramon Rodrigues, interinamente no posto, conta com a simpatia do ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional).
Tags: Dnocs
Brasília

Dentro do próprio PMDB, Henrique é alvo de críticas por não ter poupado nem Michel Temer na confusão do Dnocs

 

1691 Deputado potiguar e líder do PMDB na Câmara continua no foco da imprensa nacional
 
O colunista Cláudio Humberto, que escreve em vários jornais do país, e no Rio Grande do Norte tem sua coluna publicada na Tribuna do Norte, escreveu cinco notas sobre os fatos que atormentam o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB). Eis na íntegra: 
 
Dilma teme a postura de Alves na presidência
A demissão do diretor-geral do Dnocs foi vista pelos aliados de Henrique Alves (RN), líder do PMDB, como “fogo amigo” do PT para queimá-lo na disputa pela presidência da Câmara. Pode ser. Mas é a presidenta Dilma quem parece estar com pé-atrás nessa pretensão. Ela contou a um senador por que teme Alves presidindo a Câmara: “Com o PMDB e a pauta de votações na mão dele, o governo está morto...”]
 
Desequilíbrio
Dilma achou “desequilibrada” a atitude de Henrique Alves em defesa do aliado, desafiando-a e cobrando a demissão de ministros do PT e PSB.
 
Estupefação
Deixou os meios políticos estupefatos a defesa radical, por Henrique Alves, de alguém acusado de desvios de R$ 192 milhões no Dnocs.
 
Maus lençóis
Dentro do próprio PMDB, Alves é alvo de críticas por não ter poupado nem o vice-presidente Michel Temer da confusão em que se meteu.
 
Toma que é teu
Em conversa recente, Dilma lembrou ao PMDB que o compromisso de eleger Henrique Alves presidente da Câmara não é dela, mas do PT.
Tags: Dnocs
Brasília

Imprensa nacional diz que Elias Fernandes foi “exonerado” e não pediu demissão como chegou a dizer em nota

 

O jornal Correio Braziliense traz matéria nesta sexta-feira (27) sobre o episódio que culminou com a saída do ex-deputado Elias Fernandes, da direção-geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). Eis trecho da matéria publicada no Correio Braziliense que narra a exoneração do potiguar.
 
“Após participar de reunião de trabalho no Ministério da Integração, Elias foi convocado para ir ao gabinete do ministro Fernando Bezerra, onde foi comunicado da demissão. A queda de o diretor-geral ocorre três dias depois do diretor-administrativo do Dnocs, Albert Brasil Gradvohl, ser exonerado do cargo na mesma esteira das denúncias apresentadas no relatório do CGU. A degola de Gradvohl também causou revolta na bancada do PMDB do Ceará, responsável pela indicação”. CLIQUE AQUI e acompanhe a matéria na íntegra. 
Tags: Dnocs
Brasília

Coluna Painel também repercute que Dilma expressou indignação com a incontinência verbal de Henrique

 

1677 Presidente não gostou do tom do deputado potiguar após demissão no Dnocs
A coluna Painel, uma das que mais repercutem no país, deu quatro notas nesta sexta-feira (27), repercutindo o desfecho e as declarações do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves. Eis na íntegra:
 
Efeito bumerangue
Desafiada pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN), Dilma Rousseff não só antecipou a demissão de seu apadrinhado Elias Fernandes (ex-Dnocs) como sinalizou que a crise com o principal partido da base aliada pode se alastrar para o Senado. Ontem, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) teve de entrar em campo para acalmar peemedebistas, informados de que o próximo da lista de degola seria Sérgio Machado (Transpetro), da cota de Renan Calheiros (AL).
Em conversas reservadas no Planalto, a presidente expressou indignação com a incontinência verbal de Alves, um dos capitães do time do vice, Michel Temer.
 
Segue o jogo Henrique Alves brigou por uma saída honrosa para o aliado. Temia que sua candidatura à presidência da Câmara em 2013 fosse abalada com a suspeita de desvios na autarquia. Ainda assim, o líder deve indicar o substituto de Fernandes.
 
Coração Em resposta ao desfecho do escândalo no Dnocs, ala do PMDB defende a convocação de Fernando Pimentel (Desenvolvimento), um dos ministros mais próximos de Dilma, para explicar, na volta do recesso, suas polêmicas consultorias.
 
Me dê motivo Jorge Hage procurou Fernando Bezerra (Integração Nacional) para saber as razões das restrições do ministro ao explosivo relatório da CGU sobre o Dnocs.
Tags: Dnocs
Brasília

No Governo Dilma já há quem avalie que Henrique perdeu a condição de indicar o Dnocs após subir o tom

 

1676 Henrique havia dito duvidar que Dilma fosse brigar com 'o maior partido do Brasil'
A informação foi publicada nesta sexta-feira (27), na Folha de São Paulo... A demissão do ex-deputado Elias Fernandes do Dnocs foi determinada nesta quinta-feira (26) pela presidente Dilma Rousseff. Coube à ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann informar o vice-presidente, Michel Temer, e ao ministro da Integração,  Fernando Bezerra Coelho da decisão.
 
Temer vinha trabalhando para segurar o diretor do Dnocs no cargo ou buscar uma saída honrosa. Atropelado, o vice-presidente reclamou com aliados. No governo já há quem avalie que Eduardo Alves perdeu a condição de indicar o próximo dirigente do Dnocs após subir o tom. Ele, porém, escreveu ontem no microblog Twitter que indicará o "novo nome". No PMDB, a reação à demissão foi em tom de retaliação. Parlamentares disseram que não ajudarão mais ministros envolvidos em irregularidades. "Vamos avaliar nossa postura a partir de agora", disse o deputado Danilo Forte (PMDB-CE), que também perdeu uma vaga no Dnocs.
Tags: Dnocs
Brasília

Folha de São Paulo: Sob controle da oligarquia nordestina, Dnocs pouco ajudou nas grandes secas

O Dnocs tem uma longa história. Foi criado em 1909, inspirado no sucesso obtido pelo "Reclamation Service", criado pelo presidente Theodore Roosevelt para áreas desérticas dos Estados Unidos. Neste século de vida, tem muito pouco para mostrar. As obras realizadas pouco efeito tiveram nas grande secas, como as de 1915, 1919, 1932, 1942, 1951-1953, 1958, 1970 e 1979-1983. A autarquia foi mantida sob controle absoluto da oligarquia nordestina, dos "industriais da seca", expressão popularizada por Joaquim Nabuco nos anos 1880.
 
O Dnocs ficou notabilizado pela construção de grandes açudes, que envolveram vultosos recursos federais. A maior parte deles está abandonada, sem canais para irrigar terras, salinizados e sem qualquer uso efetivamente econômico. E pior: sem conservação, correndo o risco de as barragens se romperem. A criação do Dnocs fez parte de um momento da história brasileira em que o Nordeste -à época chamado de Norte- passou a ser considerado uma região problema.
 
Sem condições de gerar suas próprias fontes de renda, passou a depender do governo central. Esse processo começou após a trágica seca dos três setes, de 1877-1879, e seus 600 mil mortos, 4% da população brasileira de então.Imaginava-se que o problema central da agricultura e da pecuária da região era a falta de água, daí a construção de açudes. A solução hidráulica, capitaneada pelo Dnocs, foi um fracasso. Porém, serviu como uma luva para os interesses políticos coronelistas, principalmente quando seca e eleição coincidiam, como em 1958, 1970 ou 1982.
Tags: Dnocs
Rio Grande do Norte

Folha de São Paulo denuncia que função do sobrinho de Henrique era fiscalizar obras irregulares do Dnocs no Estado

 

Deu na Folha de São Paulo que o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, acomodou um sobrinho no comando do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), no Rio Grande do Norte. Filiado ao PMDB, José Eduardo Alves Wanderley assumiu a coordenadoria por indicação do tio em 2007, quando tinha 25 anos e era universitário.
 
Em 2004, ele tentou cargo na Câmara Municipal de Natal, mas não se elegeu. Pelo menos 23 contratos assinados pelo Dnocs com municípios do RN aparecem em relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) com indícios de irregularidades. Uma das atribuições de Wanderley, que está no cargo até hoje, é fiscalizar as obras da autarquia. No Dnocs, ele era subordinado a Elias Fernandes, também indicado por Henrique Alves e que deixou o cargo ontem. A Folha entrou em contato com Wanderley, com o deputado Henrique e com o Ministério da Integração Nacional para que falassem sobre o assunto. No entanto, até a conclusão desta edição, eles não haviam se manifestado.
Tags: Dnocs
Brasília

Filho de Getúlio Rego, prefeito de Pau dos Ferros reclamou de tratamento do Dnocs ao Correio Braziliense

 

E o Correio Braziliense informa ainda que Leonardo Rego, prefeito que faz oposição ao PMDB no município de Pau dos Ferros, reclama que sua cidade foi prejudicada nas transferências de verbas, pois não fez parte do acordo. “Foi explícito, quando conversávamos com vários prefeitos, eles nos relatavam o privilégio da liberação dos convênios após o pacto de apoio ao filho dele (Elias Fernandes). Há relatos de prefeitos de que houve atropelo das etapas de liberação dos empenhos e que, em alguns casos, os convênios foram pagos em parcelas únicas. Nós sabemos que para se aprovar um projeto que envolve verba federal é uma maratona”, diz o prefeito de Pau dos Ferros.


No estado, mudanças de comportamento de líderes municipais, como a prefeita de Martins, Maria José Gurgel, chamaram a atenção dos partidos. Correligionários da prefeita do DEM se irritaram após ela declarar apoio a Gustavo Fernandes em vez de defender a candidatura de deputados estaduais da legenda. A cidade tinha, desde 2008, convênio de R$ 600 mil com o Dnocs que estava parado por falta de execução orçamentária. Após as eleições, no entanto, os recursos foram liberados de uma só vez. Procurada pelo Correio, a assessoria do Dnocs informou que três ordens bancárias de pagamento foram expedidas, mas a segunda cancelou a primeira e, por isso, os recursos foram pagos em 2011. CLIQUE AQUI e acompanhe detalhes da matéria publicada nesta quinta-feira (26).

Tags: Dnocs
Brasília

Correio Braziliense envolve Gustavo Fernandes: Convênios do Dnocs ajudaram a eleger o filho do diretor-geral do órgão

 

1661 Deputado Gustavo Fernandes citado em matéria do Correio Braziliense
 
A imprensa nacional não fala em outra coisa: Dnocs. Eis que publicou o Correio Braziliense... Convênios do Departamento Nacional Contra a Seca (Dnocs) beneficiaram o filho de Elias Fernandes Neto, diretor-geral do órgão, nas eleições de 2010. Pelo menos R$ 9,3 milhões de convênios firmados em ano eleitoral — sem vinculação com obras emergenciais — foram repassados para 27 municípios do interior em que prefeitos apoiaram a candidatura de Gustavo Fernandes (PMDB) para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Em 2010, de acordo com o Dnocs, R$ 12,2 milhões em recursos públicos abasteceram os convênios.
 
Desconhecido no estado e com caixa de campanha oficial de R$ 259 mil, o filho do diretor do Dnocs conseguiu figurar como deputado mais votado nos municípios que receberam recursos do órgão do Ministério da Integração (veja o quadro) sem ter que rodar o estado para pedir votos. Gustavo Fernandes também ganhou ajuda de empreiteira que recebe recursos do Ministério da Integração. A Empresa Industrial Técnica (EIT), empresa que ganhou R$ 21 milhões da pasta em 2010, transferiu R$ 50 mil para a campanha dele. CLIQUE AQUI e acompanhe detalhes da matéria publicada nesta quinta-feira (26). 
Tags: Dnocs
Brasília

O Globo vem com mais denúncias e garante: Dnocs pagou duas vezes pelo mesmo serviço, segundo CGU

 

O Globo garante que o Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs) pagou R$ 9,3 milhões por serviços de uma consultoria de engenharia, que, de acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), teria apenas repetido informações que a autarquia já dispunha. Os pagamentos à Hydras Engenharia e Planejamento Ltda, com sede em Salvador, foram feitos entre 2008 e 2010 e, segundo a diretoria do Dnocs, R$ 800 mil estão retidos por suspeitas de irregularidades.Em documento oficial, a diretoria-geral do Dnocs afirma que a direção de infraestrutura hídrica, comandada até 2011 por Cristina Peleteiro, uma engenheira indicada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), pressionava pela efetivação dos pagamentos e teria se negado a calcular o tamanho do prejuízo.
 
E o relatório da CGU diz que os pagamentos de R$ 9,3 milhões foram superfaturados. E aponta que a consultoria atuou em duas obras de grande porte: a Barragem Figueiredo (CE) e o projeto de Irrigação Tabuleiros Litorâneos (PI), incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento.Entretanto, tal acompanhamento já estaria em curso pelos responsáveis por serviços de supervisão. “Todos os dados referentes à execução físico-financeira do contrato de construção constavam em ambos os relatórios. (...) Foi evidenciada, assim, superposição de atividades entre o contrato de consultoria e aqueles de supervisão”. CLIQUE AQUI e acompanhe detalhes da matéria publicada nesta quinta-feira (26).
Tags: Dnocs
Brasília

Folha de São Paulo estampa que Henrique desafia Dilma e diz que PMDB não perderá cargo no Dnocs

 

1660 Líder do PMDB relembrou episódios de denúncias com ministros do PT e do PSB
A informação é da Folha de São Paulo... Em um gesto público de insatisfação com o governo de Dilma Rousseff, o PMDB desafiou ontem o Planalto a demitir o apadrinhado da legenda que comanda órgão federal de combate à seca. O recado foi dado pelo líder da bancada de deputados federais do PMDB, Henrique Eduardo Alves, que é o candidato oficial da base governista a comandar a Câmara a partir de 2013.
 
"O governo vai brigar com metade da República, com o maior partido do Brasil? Que tem o vice-presidente da República, 80 deputados, 20 senadores? Vai brigar por causa disso? Por que faria isso?", questionou Alves, responsável pela indicação sob ameaça de exoneração. O deputado também cobrou reciprocidade, defendendo que Dilma aja em relação a seu afilhado da mesma forma que agiu com ministros que, mesmo sob suspeita, foram mantidos nos cargos.
 
No centro da crise está o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), Elias Fernandes, filiado ao PMDB. O governo cogita tirá-lo depois que a Controladoria-Geral da União (CGU) apontou desvios de R$ 192 milhões na estatal. O Dnocs é vinculado ao ministro Fernando Bezerra (Integração), do PSB, que confirma a informação de que haverá mudanças no órgão.
 
"Se fosse assim, o Fernando Bezerra tinha sido demitido; o Fernando Pimentel [Desenvolvimento] tinha sido demitido; o Paulo Bernardo [Comunicações] tinha sido demitido. Mas não. Apresentaram suas explicações, convenceram, com nosso apoio inclusive, e ficaram", disse Alves. Ele se referia a ministros contra os quais pesaram suspeitas de irregularidades. Bezerra, de favorecer parentes e seu Estado na liberação de verbas da pasta, entre outros pontos; Pimentel, por suspeitas em consultorias de sua empresa; Bernardo, por suposto uso de jato particular. Alves acrescentou: "Eu quero o mesmo tratamento ao representante do meu partido no Dnocs. Por que com o PMDB o tratamento é diferente? Não pode se explicar."
Tags: Dnocs
Brasília

Henrique não aceita que Elias Fernandes seja exonerado do Dnocs antes do veredicto do TCU

 

Continua rendendo na imprensa nacional as denúncias da Controladoria Geral da União (CGU) que estão colaborando para a demissão do potiguar Elias Fernandes, da direção-geral do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs). Eis o que publicou Ilimar Franco n’O Globo desta quarta-feira (25):
 
“O Palácio do Planalto quer que o ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração) demita o presidente do Dnocs, Elias Fernandes. Quer estancar o noticiário negativo. Bezerra foi ontem ao gabinete do vice Michel Temer obter o aval do PMDB. Saiu de mãos vazias. O líder do partido, Henrique Alves (RN), não aceita que ele seja afastado sem direito ao contraditório. O PMDB não quer que nada seja feito até que o TCU, que recebeu o relatório da CGU e a defesa do órgão, dê o veredicto”.
Tags: Dnocs
Brasília

Para não gerar atrito com o PMDB, Henrique poderá indicar novamente o novo diretor do Dnocs

1645 Deputado Henrique Alves

A Folha de São Paulo apurou e publicou nesta quarta-feira (25), que para não criar atritos no PMDB a solução passa pelo líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves indicar um novo nome para a diretoria-geral do Dnocs. O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho disse que as mudanças não eram urgentes, apesar de o relatório da CGU apontar as irregularidades.
 
De 2008 a 2010, o Dnocs firmou convênios com 47 municípios para programas de apoio e prevenção de desastres. Desses, 37 foram assinados com 31 prefeituras do Rio Grande do Norte, segundo revelou reportagem do jornal "O Globo" ontem. Levantamento da Folha de São Paulo apontou que 20 desses municípios no RN são administradas pelo PMDB. E que 23 contratos dos 37 têm irregularidades, segundo o CGU. Dos municípios que já fizeram licitação, 18 tiveram dinheiro liberado, e destes, 12 prefeituras são do PMDB.
 
"Os prefeitos da minha base política me procuraram e eu fui buscar os recursos. Fui cuidar dos meus. Isso é a lógica no mundo todo. O deputado cuida do prefeito. Consegui apenas", afirmou Henrique Eduardo Alves. Os convênios para o Rio Grande do Norte somam R$ 12 milhões. Em nota, o Dnocs informou ontem que representam 5,05% dos valores repassados pela Defesa Civil aos Estados.
Tags: Dnocs
Brasília

Jornal Nacional confirma que Henrique apresentou explicações sobre denúncia do Dnocs a Temer

 

A notícia da demissão do diretor geral do Dnocs, Elias Fernandes já foi especulada na noite desta terça-feira (24) pelo Jornal Nacional. foi um primeiro passo para evitar a saída do diretor-geral Elias Fernandes. O líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves, apresentou explicações ao vice-presidente e colega de partido Michel Temer.
 
Mas dentro do Palácio do Planalto já há uma negociação com o PMDB para trocar o diretor-geral do Dnocs, um cargo do partido. O PPS pediu ao Ministério Público Federal que investigue as denúncias no Dnocs. CLIQUE AQUI e veja a repercussão da notícia. 
Tags: Dnocs
Brasília

Ministro da Integração Nacional vai comunicar a Henrique exoneração de Elias Fernandes do Dnocs

O furo foi d’O Globo... O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, confirmou nesta terça-feira (24) sua decisão de mudar todas as diretorias da Dnocs, Codevasf e Sudene. E acrescentou que sobre o caso específico do Elias Fernandes, vai conversar mais uma vez com o vice-presidente Michel Temer e o deputado Henrique Eduardo Alves, para argumentar que é a melhor solução.
 
“A posição do ministério é de promover mudanças em todos os quadros de dirigentes desses órgãos. Essas mudanças devem sair até o início de fevereiro”, disse a’O Globo. A demissão de Elias, já dada como certa no Palácio do Planalto, será efetivada a partir de um acordo com o PMDB, para evitar desgaste na base aliada: “Vou fazer as negociações políticas com o PMDB. Pretendemos manter o espaço do PMDB, mas as mudanças são necessárias agora”, disse o pernambucano Fernando Bezerra Coelho.
Tags: Dnocs
Brasília

Henrique sobre as denúncias no Dnocs: “Vão tirar o Elias por quê? Eu não vou nem discutir isso”

 

1637 Líder do PMDB na Câmara adiantou que deve retornar a Natal nesta terça-feira
E segundo O Globo, o deputado Henrique Alves reagiu à possibilidade de substituição de Elias Fernandes pelo Palácio do Planalto. Para ele, não há motivos para a substituição do seu afilhado político para o comando da autarquia, já que todas as irregularidades apontadas pelo relatório da Controladoria Geral da União no Dnocs foram esclarecidas pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho. O líder peemedebista embarcou para Brasília, segundo ele, para acompanhar uma audiência da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), no Ministério das Cidades. Ele disse que ainda não foi procurado por ninguém do Palácio do Planalto e que deve voltar para Natal ainda nesta terça-feira (24).
 
“Vão tirar o Elias por quê? Eu não vou nem discutir isso. Esse relatório da CGU não é uma posição final. A Controladoria é um órgão opinativo. Já tem uma resposta encaminhada pelo ministro Fernando Bezerra com os esclarecimentos. Quem decide se há irregularidade ou não é o TCU (Tribunal de Constas da União). Não era para nem mesmo o Gradvohl ter saído. Agora, o Elias tem que sair por causa disso? É um absurdo!”, reagiu Henrique Alves, numa referência à demissão do ex-diretor administrativo e financeiro, Albert Gradvohl, concretizada na segunda-feira (23).
Tags: Dnocs
Brasília

O Globo destaca: Planalto já considera insustentável peemedebista à frente do Dnocs

 

O Globo destaca: O Palácio do Planalto já considera insustentável a permanência no cargo do diretor geral do Departamento Nacional de Obras Contra à Seca (Dnocs), Elias Fernandes. Avaliação foi feita nesta terça-feira (24) pela manhã, depois da divulgação de reportagem do jornal O Globo que revelou a existência de irregularidades de R$ 312 milhões na autarquia, além de direcionamento de verbas de Defesa Civil, para o estado do Rio Grande do Norte. As irregularidades foram detectadas em auditoria da Controladoria Geral da União. O diretor Elias Fernandes é potiguar e afilhado político do líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves.
 
Segundo auxiliares da presidente Dilma Rousseff, não é mais possível manter Elias Fernandes  no cargo depois da demissão do ex-diretor administrativo e financeiro, Albert Gradvohl, concretizada na segunda-feira. Gradvohl era afilhado político do PMDB do Ceará. Emissários do Planalto já foram acionados para negociar com o líder Henrique Alves a saída de Eias Fernandes. A intenção do Planalto é evitar uma crise política ainda maior com o PMDB, principal partido da base de sustentação do governo, no Congresso Nacional. Para contornar a crise, também já foi acionado o vice-presidente Michel Temer, presidente licenciado do PMDB.
Tags: Dnocs
Brasília

Estadão: PMDB é poupado e Dnocs terá técnico na área financeira

 

A notícia foi dada em primeira mão pelo jornal Estadão... A presidente Dilma Rousseff entregou a chave do cofre do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) a um técnico da Controladoria-Geral da União (CGU). O economista Albert Gradvohl deixou ontem o comando da diretoria Administrativa e Financeira e foi substituído por Vitor Souza Leão, profissional de carreira da CGU.
 
E a intervenção foi negociada com o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), na tentativa de poupar o apadrinhado do peemedebista, Elias Fernandes, na diretoria-geral do Dnocs. O ministro da Integração, Fernando Bezerra, sugeriu a demissão de Fernandes, mas, fragilizado por denúncias na pasta, evitou o confronto com o PMDB. Bezerra a recorreu ao vice-presidente da República, Michel Temer. Ficou acertado que Fernandes prestará contas ao TCU.
Tags: Dnocs
Brasil

Folha de São Paulo revela articulações do PMDB para salvar Elias Fernandes na direção do Dnocs

 

A Folha de São Paulo publicou na edição desta terça-feira (24), que o comando do PMDB operou para evitar a demissão do diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), Elias Fernandes, indicado para o cargo pelo líder do partido na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves.
 
De acordo com a matéria, o jornal  apurou que o ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional) já havia expressado esse desejo à Casa Civil, mas o partido conseguiu reverter a decisão ao menos por enquanto. A demissão de Fernandes seria uma resposta ao relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) de 2011 que aponta desvios de R$ 192 milhões na estatal entre 2008 e 2010, período em que ele estava no cargo de direção do órgão. O diretor-administrativo do Dnocs, Albert Gradvhol, foi exonerado após denúncias de irregularidades, segundo decreto publicado no "Diário Oficial da União".
Tags: Dnocs
Brasil

CGU não conseguiu encontrar os boletins de medição de 40 casas em Alto do Rodrigues

Ainda de acordo com a matéria d’O Globo, para a realocação de 40 casas no Bairro São Francisco, em Alto do Rodrigues (RN), por exemplo, a CGU não conseguiu encontrar os boletins de medição da obra. E ainda identificou direcionamento de licitação, débitos não identificados na conta corrente do convênio e suspeita de uso de laranjas para a contratação de prestadoras de serviço.

Sobre os contratos de Defesa Civil com prefeituras do Rio Grande do Norte, a CGU concluiu: "Ficou evidenciada que a execução daqueles convênios está eivada de irregularidades". O Dnocs é subordinado ao Ministério da Integração, cujo ministro, Fernando Bezerra (PSB), também destinou grande parte das verbas de sua pasta para seu estado, Pernambuco.


 

Tags: Dnocs
Brasil

Documento da CGU revela concentração de convênios com o Rio Grande do Norte, estado de Elias Fernandes

Também nas páginas d’O Globo, a CGU aponta "concentração significativa" de convênios para ações preventivas de Defesa Civil no Rio Grande do Norte, estado do diretor-geral do Dnocs, Elias Fernandes, e de seu padrinho político, o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB). Os dois negam favorecimento do órgão.

A auditoria foi realizada no ano passado, depois que as contas do Dnocs foram consideradas irregulares pela CGU por três anos consecutivos (2008, 2009 e 2010). O trabalho apontou prejuízo estimado em obras de R$ 192,2 milhões. São recursos destinados à construção de barragens, adutoras, açudes, pontilhões e passagens molhadas. A CGU ainda contabilizou prejuízo de R$ 119,7 milhões em pagamentos indevidos de Vantagem de Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI), complemento salarial dado aos servidores.

Tags: Dnocs
Brasil

O Globo frisa que relatório da CGU aponta prejuízo de R$ 312 milhões no Dnocs

 

O jornal O Globo destaca nesta terça-feira (24), que relatório da Controladoria Geral da União (CGU), concluído em dezembro de 2011, aponta prejuízos de R$ 312 milhões na gestão de pessoal e em contratações irregulares do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). O relatório de 252 páginas revela uma sucessão de pagamentos superfaturados, contratos com preços superestimados e "inércia" da direção do órgão para sanar irregularidades que prosperaram ao longo da última década.
 
Além dos prejuízos multimilionários, os auditores se surpreenderam com o rateio de R$ 34,2 milhões para a execução de convênios entre prefeituras e o Dnocs voltados a ações de Defesa Civil. De 47 convênios, 37 contemplaram municípios do Rio Grande do Norte, que contrataram R$ 14,7 milhões. Muitos convênios, de acordo com a CGU, recheados de irregularidades, como pagamento a empresas com "ligações políticas, com sócios de baixa escolaridade e, inclusive, empresas não encontradas, indicando serem de fachada".
Tags: Dnocs